"A tristeza é mais fácil, pois é uma rendição".
Este nunca foi o caminho que me atraiu, o mais fácil. Não que a tristeza não estivesse presente de vez em quando, mas logo eu tratava de procurar o mais difícil.
Às vezes é bom ficar sozinha... Dançar, sozinha, com a mão pro alto. Tem algo em nós que só sozinha... Ouvir assim, o silêncio entre uma batida e outra do coração; sentir aquele intervalo do sangue corrento nas veias. Não é sozinha de tudo. É sozinha, mas com a companhia daquela boca, daquele olhar, daquele sorriso. E aí a gente brilha. Brilha e ferve, como numa roda de samba.
E aquela risada... Ah! Aquela risada. E aquela palavra... Ilumina um caminho.
E assim vou indo. Dançando por aí, com a mão pro alto.
Com vontade da gente.
sábado, 10 de abril de 2010
quinta-feira, 18 de março de 2010
A insustentável leveza do ser
"Vivera acorrentado a Tereza durante sete anos - ela havia seguido com o olhar todos os seus passos. Era como carregar bolas de ferro amarradas nos calcanhares. No momento, subitamente, seu passo estava mais leve. Quase voava. Estava no espaço mágico de Parmênides: saboreava a dece leveza do ser."
terça-feira, 9 de março de 2010
A insustentável leveza do ser
"Torturava-se com recriminação, mas terminou por se convencer de que era no fundo normal que não soubesse o que queria: nunca se pode saber aquilo que se deve querer, pois só se tem uma vida e não se pode nem compará-la com as vidas anteriores nem corrigi-la nas vidas posteriores".
M. Kundera
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Habitam em mim muitas mulheres...

Uma delas é Isaar.
Isaar é Pernambucana. Nasceu no Recife, ou em Olinda, não sabe ao certo. Por um acaso dessa vida mora em outro lugar... Mas sempre que volta à sua terra lembra que está viva. E bem viva.
Isaar é daquelas pessoas que tem a alma na superfície da pele, grande, transbordante, quase saindo pelos poros. Ri alto. Adora sair com os amigos. Ou sair sozinha e encontrar por aí amigos. Velhos e novos amigos.
Tem sotaque forte.
É filha de Oxum.
Seu coração bate mais forte ao som do afoxé, macaratu...
Festeja sempre cada momento.
Diz sempre que ama a quem ama.
Isaar é negra, de uma negritude estonteante. Forte, guerreira, independente.
E assim como Caliandra, gosta de meninos e meninas.
Isaar é Pernambucana. Nasceu no Recife, ou em Olinda, não sabe ao certo. Por um acaso dessa vida mora em outro lugar... Mas sempre que volta à sua terra lembra que está viva. E bem viva.
Isaar é daquelas pessoas que tem a alma na superfície da pele, grande, transbordante, quase saindo pelos poros. Ri alto. Adora sair com os amigos. Ou sair sozinha e encontrar por aí amigos. Velhos e novos amigos.
Tem sotaque forte.
É filha de Oxum.
Seu coração bate mais forte ao som do afoxé, macaratu...
Festeja sempre cada momento.
Diz sempre que ama a quem ama.
Isaar é negra, de uma negritude estonteante. Forte, guerreira, independente.
E assim como Caliandra, gosta de meninos e meninas.
A insustentável leveza do ser
"A presença física de Sabina contava muito menos do que pensava. O que contava era o traço dourado, o traço mágico que ela havia imprimido em sua vida e que ninguém poderia tirar. Antes de desaparecer no horizonte, teve tempo de entregar-lhe nas mãos a vassoura de Hércules com a qual ele varrera de sua vida tudo aquilo de que não gostava. Essa felicidade súbita, esse bem-estar, essa alegria, que lhe proporcionavam a liberdade e a vida nova, tudo isso era um presente que ela lhe havia oferecido".
M. Kundera
M. Kundera
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
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